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Japão eleva número de mortos em terremoto para 62 pessoas

País registra 300 feridos, 20 deles em estado grave, e mais de 31 mil desabrigados, que foram transferidos para quadras, escolas e edifícios públicos

Por Da Redação
3 jan 2024, 13h09

Autoridades regionais elevaram nesta quarta-feira, 3, para 62 pessoas o número de mortos pelos terremotos que atingiram o Japão em 1º de janeiro. Outros 400 tremores secundários foram registrados e o país acumula 300 feridos, 20 deles em estado grave, e mais de 31 mil desabrigados, que foram transferidos para quadras, escolas e edifícios públicos pelo governo.

“Os esforços de resgate estão sendo feitos pelas autoridades locais, polícia, bombeiros e outras unidades operacionais, enquanto o número de pessoal e cães de resgate aumenta”, disse o primeiro-ministro japonês, Fumio Kishida, após uma reunião com equipe de força-tarefa nesta quarta-feira.

“No entanto, pedimos-lhe que permaneça plenamente consciente de que estamos numa corrida contra o tempo e que continue a fazer o seu melhor para salvar vidas, colocando a vida das pessoas em primeiro lugar”, acrescentou.

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Dimensão do desastre

A península de Noto é considerada o epicentro da tragédia: centenas de edifícios foram devastados por incêndios nas cidades da região. Segundo o prefeito de Suzu, Masuhiro Izumiya, “cerca de 90% das casas [na área] estão total ou quase totalmente destruídas”. Várias cidades relataram cortes de energia, de água corrente e de redes de telefonia, dificultando ligações de pedidos de resgate, nos últimos dias.

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A cidade costeira de Wajima, com 27 mil habitantes, foi alvo de fortes ondas, de cerca de 1,2 metro de altura. Ao menos 15 pessoas foram mortas, 200 casas foram tomadas por incêndios, 25 desabaram e 14 estruturas ainda devem ter presos entre os destroços, disse a emissora japonesa NHK. 

Um comunicado do site da prefeitura de Ishikawa, balançada por um terremoto de magnitude 7,5, indica que ainda não há dimensão do número de desaparecidos no local, enquanto equipes de resgate procuram por feridos nos escombros de casas e em áreas isoladas. Por lá, 34 mil pessoas estão sem energia. As operações assumiram gravidade após a Agência Meteorológica do Japão (JMA) emitir alertas de chuvas fortes.

Nos abrigos espalhados pelo país, pessoas dormem em esteiras e vestem roupas de frio para driblar a falta de aquecimento nas instalações, mostra uma reportagem da emissora americana CNN. As temperaturas noturnas estão na casa dos 4°C, já que o país enfrenta o inverno até o mês de março.

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